A diretoria da APUFPR-SSind esteve reunida, no dia 31 de março, com a administração central da Universidade. O encontro teve como objetivo solicitar um posicionamento oficial da Reitoria sobre o andamento dos 16 pontos que compõem a pauta local dos docentes da instituição.
As reivindicações – entregues ao reitor Zaki Akel no dia 21 de outubro de 2009 – relatam as principais dificuldades relacionadas às condições de trabalho nos cursos de graduação e pós-graduação, infraestrutura e salubridade das salas
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| de aula e laboratórios, carreira docente, progressão e aposentadoria. |
Todos os 16 pontos dessa pauta foram retirados em assembleia, após serem pautados também no Conselho de Representantes da entidade (CRAPUFPR).
Para a presidente da APUFR-SSind, Astrid Avila, a elaboração da pauta local e o acompanhamento permanente do atendimento da Reitoria a essas questões têm sido um trabalho prioritário. “Essas ações representam um retorno real do movimento docente aos nossos problemas cotidianos, que afetam o trabalho e a vida dos professores e das professoras”, argumenta.
“Precisamos conhecer nossas condições de trabalho, e saber quais são os problemas que precarizam nossa atividade e nos fazem adoecer”, destaca Astrid. Para a docente, somente a partir da conscientização e mobilização da categoria é possível lutar para melhorar as relações de trabalho e a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão que são realizadas na Universidade.
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1) Solicitação ao Reitor que, ao participar das reuniões da ANDIFES, se manifeste contra mudanças na carreira que prejudiquem os docentes aposentados bem como que se manifeste a favor da transposição dos aposentados para o nível correspondente nas novas classes; |
COMPROMISSO ASSUMIDO EM 21 DE OUTUBRO:
O reitor se prontificou a levar o debate para o Conselho Universitário para que a posição defendida na ANDIFES seja institucional.
NÃO CUMPRIDO:
Akel ainda não apresentou a posição da UFPR na reunião do ANDIFES. Segundo o reitor, o não cumprimento da reivindicação se deve a pauta extensa das reuniões da ANDIFES, que impossibilitou a discussão sobre a carreira docente.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A diretoria do sindicato reafirmou a importância da Universidade assumir uma posição firme na defesa dos aposentados e do direito à paridade e isonomia, junto com a APUFPR-SSind.
NOVO COMPROMISSO:
O reitor se comprometeu a levar o posicionamento no próximo encontro da ANDIFES, que será realizado nos dias 14 e 15 de abril.
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2) Criação de um fórum para discutir os programas de pós-graduação no que se refere à transparência dos critérios de credenciamento e recredenciamento de docentes, na utilização dos recursos; situações de adoecimento ocasionadas por assédio e outros fatores; que a carga horária dos docentes que participam em programas de outros departamentos ou setores seja computada na carga horária |
| departamental do referido docente; |
NÃO CUMPRIDO:
A Universidade, até a reunião, não havia criado nenhum fórum para discutir as problemáticas que envolvem os programas de pós-graduação.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A presidente da entidade, Astrid Avila, reafirmou a situação de conflitos e irregularidades que envolvem os programas de pós-graduação da UFPR. “Existe uma política nacional, com critérios de credenciamento, mas em algumas unidades da Universidade essa normatização não é cumprida, o que tem gerado abusos e situações de assédio causados pela demasiada pressão”, destacou.
Devido ao aumento das denúncias no começo de 2010 e à ausência de um encaminhamento oficial da Reitoria, a diretoria do sindicato solicitou novamente que sejam realizados encontros para debater o tema. “Nossa proposta é que a discussão seja iniciada e efetivamente envolva a comunidade acadêmica para que esses problemas não sejam mais negligenciados na Universidade”, defendeu João Negrão, Tesoureiro Geral da APUFPR-SSind.
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NOVO COMPROMISSO:
A Reitoria se comprometeu a ceder espaço para que a APUFPR-SSind paute a discussão sobre os problemas e as irregularidades nos cursos de pós-graduação. A diretoria do sindicato irá formalizar um documento solicitando à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG) que debata a problemática em uma reunião do Fórum de Coordenadores da Pós-Graduação, com a presença de representantes da APUFPR-SSind.
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Para a diretoria da APUFPR-SSind, esse espaço será apenas um começo para deflagrar o debate com toda a comunidade universitária e não apenas circunscrito aos coordenadores. |
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3) Desenvolvimento de um banco de dados único, com todas as informações pertinentes à vida profissional do docente, para viabilizar a progressão automática na carreira; |
COMPROMISSO ASSUMIDO EM 21 DE OUTUBRO:
O reitor Zaki Akel descartou temporariamente a possibilidade de desenvolvimento de um banco de dados único para viabilizar a progressão automática da carreira docente.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
Mesmo com o posicionamento contrário já apresentado na primeira reunião, a diretoria pautou mais uma vez a necessidade da Universidade reduzir os procedimentos necessários para a progressão na carreira.
“A vida docente tem uma carga de burocracia que só aumenta, o que gera um acúmulo de funções, diminui o tempo que dedicaríamos as atividades de pesquisa e extensão e precariza o nosso trabalho”, destacou a presidente do sindicato, Astrid Avila.
NOVO COMPROMISSO:
Conforme Akel, não existe estrutura suficiente na Universidade para o desenvolvimento de um banco de dados. Entretanto, a administração se comprometeu a analisar o programa utilizado em outras universidades e a avaliar a necessidade de revalidação dos títulos dos programas de pós-graduação já recomendados pela Capes.
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4) Regularização dos ambientes da UFPR de acordo com os laudos já realizados, que comprovam a insalubridade, e avaliação nos ambientes ainda não avaliados; |
COMPROMISSO ASSUMIDO EM 21 DE OUTUBRO:
A administração reconheceu e justificou a falta dos laudos de insalubridade e demonstrou interesse em solucionar o problema. Entretanto, devido ao tamanho da equipe essa regularização seria realizada de forma gradual.
PARCIALMENTE CUMPRIDO:
Segundo a administração da Universidade, ainda não foi possível avaliar todos os locais com perícias pendentes ou regularizar os locais com laudos já realizados.
“A regularização dos ambientes é um problema para nós”, explica Juçara Magalhães, da Coordenadoria de Atenção Integral à Saúde do Servidor. Segundo Juçara, a comissão responsável pelos laudos notifica as chefias das unidades, mas, usualmente, o problema não pode ser resolvido sem apoio institucional, pois geralmente a solução requer recursos financeiros.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A entidade tem pautado, em suas discussões sobre saúde e trabalho docente, a necessidade de priorizar a regularização dos ambientes da UFPR. A iniciativa tem como objetivo mobilizar a categoria a buscar melhorias nos seus locais de trabalho. Além disso, visa também evitar que os professores sejam expostos a situações perigosas motivados apenas pela compensação financeira.
Para o movimento docente, apesar da dificuldade estrutural da Universidade é necessário que a perícia e a posterior regularização dos ambientes sejam efetivados imediatamente.
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5) Manutenção da comissão de saúde do trabalhador composta pela APUFPR, Sinditest e Progepe, dando sequência aos encaminhamentos sugeridos nesta;
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COMPROMISSO CUMPRIDO:
A comissão reúne-se a cada primeira terça-feira do mês, na sede da APUFR-SSind desde junho de 2009.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A realização dos encontros mensais entre os três setores é uma conquista fundamental para a categoria. As atividades têm possibilitado uma compreensão maior sobre as condições de saúde e trabalho dos docentes e servidores técnico-administrativos da Universidade.
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6) Regularização de todos os casos de docentes que tiveram o pagamento da insalubridade interrompido, como também nos casos represados no Sesao; |
NÃO CUMPRIDO:
Conforme informações da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe), o problema da interrupção do pagamento dos adicionais ocupacionais foi agravado com a implantação do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (SIASS).
Com o SIASS, a incorporação dos benefícios à folha de pagamento dos servidores passou a ser feita diretamente por um módulo de concessão de adicionais, que utiliza automaticamente as informações fornecidas pelos administradores de cada unidade.
Segundo a Pró-reitora, Larissa Born, alguns servidores tiveram seus adicionais cortados automaticamente, sem notificação e sem a possibilidade de que a Progepe reverta a alteração.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A diretoria do sindicato expressou sua preocupação em lutar pela melhoria dos locais de trabalho e não pela continuidade dos adicionais ocupacionais, mas defendeu que a Universidade deve manter sua autonomia quanto ao pagamento dos seus servidores. “Temos uma situação grave apresentada aqui, pois a possibilidade de um sistema operacional cortar automaticamente o pagamento dos adicionais fere a autonomia da instituição”, defendeu a presidente da APUFPR-SSind. “Não podemos ter nossa autonomia impedida pela parametrização de dados”, afirma Astrid.
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7) Criação de um programa institucional de preparação para aposentadoria; |
COMPROMISSO ASSUMIDO EM 21 DE OUTUBRO:
A administração da Universidade se comprometeu a estudar a proposta de desenvolvimento do programa e a realizar uma reunião com o GT de aposentados da APUFPR-SSind para discutir essa e outras demandas da categoria.
PARCIALMENTE CUMPRIDO:
Após a reunião realizada no dia 15 de dezembro com o GT de aposentados da APUFPR-SSind, a Progepe começou a desenvolver os eixos do programa institucional da Universidade. Segundo Juçara Guimarães, a Pró-Reitoria desenvolverá ainda uma pesquisa por setor para averiguar quais as demandas de atividades e ações preparatórias para a aposentadoria.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A realização da reunião entre os aposentados e a administração teve uma importância fundamental para a organização do movimento docente. A diretoria do sindicato e os professores presentes solicitaram à administração a implementação de um programa preparatório para a aposentadoria. O objetivo da ação é minimizar os impactos causados pela transição das relações de trabalho e pelas transformações na vida social do docente. Além disso, há necessidade de programas voltados para os já aposentados.
NOVO COMPROMISSO:
A Propege irá organizar uma comissão, com a participação da APUFPR-SSind e do Sinditest. O grupo terá a função de desenvolver os eixos do programa de preparação para a aposentadoria.
O prazo final para a apresentação do projeto é maio de 2010.
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8) Extensão dos direitos de creche a todos os docentes da UFPR, seguindo modelo já existente no Hospital de Clínicas;
9) Criação de espaço destinado a atendimento dos filhos dos docentes, tais como brinquedoteca, com atividades pedagógicas que estimulem o lazer, a cultura e as diversas linguagens: corporal, escrita e oral; |
COMPROMISSO ASSUMIDO EM 21 DE OUTUBRO:
O reitor Zaki Akel se comprometeu a apresentar, no início de 2010, uma proposta de projeto para a criação de uma creche no Centro Politécnico.
NÃO CUMPRIDO:
Segundo Akel, entretanto, a proposta mostrou-se inviável devido ao decreto nº 977, de 10 de novembro de 1993, que proíbe a criação de creches nas universidades.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
Em vista da resposta, a associação voltou a destacar a importância da criação de um local destinado aos filhos dos docentes da instituição. O espaço possibilita o desenvolvimento de práticas pedagógicas de pesquisa e extensão na UFPR ao mesmo tempo em que contribui no processo educacional dos filhos dos professores.
NOVO COMPROMISSO:
A administração afirmou que estudará a possibilidade de estabelecer uma parceria com o sistema municipal de educação infantil para atender a demanda dos professores e técnicos da Universidade.
A APUFPR-SSind também solicitou que a Reitoria justifique, por meio de uma documentação formal, a impossibilidade de criação da creche na instituição, para que a posição seja apresentada ao conjunto da categoria.
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10) Fiscalização e regularização de todas as situações de docentes concursados, mas não nomeados, já atuando irregularmente como “colaboradores” dos departamentos;
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COMPROMISSO CUMPRIDO:
Durante o ano de 2009, a APUFPR-SSind recebeu denúncias de que professores aprovados no último concurso da instituição trabalhavam irregularmente como colaboradores. Apesar de aprovados, o MEC ainda não havia efetivado as contratações e nomeações dos professores, que lecionavam sem vínculo empregatício.
Segundo informações da Reitoria, o MEC liberou o restante das vagas no final de 2009 e a situação dos professores foi regularizada.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
Com o processo de expansão não planejada (REUNI, Expandir e outros), a UFPR sofreu com o aumento da precarização do trabalho dos docentes. A APUFPR-SSind, em defesa dos professores, manterá uma ação permanente de fiscalização de situações irregulares na Universidade.
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11) Melhoria das condições que garantem a qualidade do ensino, pesquisa e extensão em todos os setores e particularmente naqueles que aderiram aos programas de adesão a projetos de expansão e ou ampliação de vagas na universidade (Reuni, Expandir e outros): |
PARCIALMENTE CUMPRIDO:
A administração da UFPR comprometeu-se a resolver progressivamente os problemas estruturais, incentivar a revisão dos projetos pedagógicos, diminuir as contratações precárias e o número de alunos por sala de aula.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A criação de novos cursos de graduação, sem espaço físico e recursos humanos necessários, intensificou os problemas da Universidade. Para o movimento docente, é necessário que a Reitoria se comprometa com a melhora da estrutura física e pedagógica dos cursos, atuando de forma rígida para que não sejam criadas novas vagas sem as condições mínimas necessárias.
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12) Solicitação do pagamento retroativo do Per Capita conforme ofício encaminhado pela APUFPR à Reitoria; |
COMPROMISSO ASSUMIDO EM 21 DE OUTUBRO:
O reitor Zaki Akel se prontificou a verificar a possibilidade de pagamento do retroativo do Per Capita no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
NÃO CUMPRIDO:
Segundo Akel, o MPOG não considera resolver essa dívida e não dará suporte financeiro para que a Universidade realize os pagamentos.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A diretoria da APUFPR-SSind afirmou que algumas universidades já concederam o retroativo aos servidores, mesmo com a posição reticente do MPOG, e solicitou que o reitor verifique novamente essa situação junto ao Ministério.
NOVO COMPROMISSO:
Os representantes do sindicato também solicitaram que a administração da Universidade encaminhe um ofício à APUFPR-SSind em que apresente o andamento da reivindicação e justifique o não cumprimento da mesma.
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13) Revisão dos valores de bolsa para professor sênior (conforme o realizado para os substitutos) e a retirada da restrição de atuação dos mesmos na pós-graduação latu sensu; |
PARCIALMENTE CUMPRIDO:
O reitor comprometeu-se a encaminhar, ainda em abril, a alteração da resolução 44/03, que limita a atuação dos professores aposentados nos cursos de pós-graduação latu sensu. Com a alteração, os docentes aposentados que não possuírem vínculos com outras instituições passarão a ser considerados membros do corpo docente da UFPR.
A Progepe também estudará o valor da bolsa sênior, com o objetivo de apresentar uma proposta de reajuste ao Conselho de Planejamento e Administração (Coplad) até agosto de 2010.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A organização e mobilização dos docentes aposentados, junto ao sindicato, incentivaram a conquista de vitórias. O movimento dos professores deve agora desenvolver um trabalho com os representantes dos Conselhos Superiores para obter o reajuste da bolsa sênior e a retirada da restrição para atuação na pós-graduação latu-sensu.
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14) Transparência nas remunerações extras dos docentes (pós pagas, cursos e programas/projetos de extensão);
16) Transparência na distribuição da carga horária dos docentes, visando respeito à legislação vigente na UFPR.
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NÃO CUMPRIDO:
Até a data da reunião, a Reitoria ainda não havia encaminhado uma proposta que possibilitasse maior transparência e diálogo com relação às remunerações e à distribuição de carga horária dos docentes.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
O movimento docente apresentou as problemáticas ocorridas pela falta de transparência nos departamentos. A gestão arbitrária em algumas dessas unidades têm gerado um ambiente em que se multiplicam casos de abuso de poder, humilhações, sobrecarga de trabalho e assédio moral.
NOVO COMPROMISSO:
A administração central se prontificou a ceder espaço à APUFPR-SSind em uma reunião do Fórum de Chefes de Departamento. A diretoria do sindicato encaminhará um ofício às Pró-Reitorias de Planejamento (Proplan) e Graduação (Prograd) solicitando a inclusão da pauta e a presença das duas pró-Reitorias no próximo encontro do Fórum. A finalidade da atividade é discutir profundamente a problemática entre os chefes dos departamentos e as instâncias responsáveis.
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15) Regularização imediata dos cursos que não foram devidamente aprovados nos Conselhos da
UFPR e que não se abram novas vagas de vestibular para esses cursos. |
PARCIALMENTE CUMPRIDO:
Segundo a pró-reitora de Graduação, Maria Amélia Zabbag, todos os cursos da instituição encaminharam seus projetos pedagógicos para o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, mas alguns ainda não foram aprovados.
POSIÇÃO DA APUFPR-SSind:
A APUFPR-SSind solicitou a entrega das listagens completas dos cursos com projetos pedagógicos homologados e dos que ainda apresentam pendências. A finalidade da ação é realizar um trabalho permanente de acompanhamento e fiscalização.
“A exigência de que todos os cursos apresentem seus projetos pedagógicos já é uma grande conquista do movimento docente, pois vivíamos uma situação crítica de criação de cursos sem nenhum planejamento e discussão”, destacou Astrid Ávila. A presidente do sindicato explicou ainda que a entidade realizará um trabalho intenso de fiscalização e mobilização para impedir que sejam abertas novas vagas nos cursos ainda não aprovados.