30/01/2008
Matéria veiculada no jornal Valor Econômico desta semana sinaliza para aumentos fracionados para os servidores federais.
A reportagem assinada pelos jornalistas Sérgio Lamucci, Claudia Safatle e Mônica Izaguirre, traz o posicionamento do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo quanto aos compromissos salariais assumidos em 2007, antes da extinção da CPMF.
Segundo a matéria, o ministro afirma que a tendência é de que eles sejam enviados ao Congresso sob a forma de projeto de lei para aprovação, e que o governo implante-os de forma paulatina, na medida em que as receitas forem permitindo. Bernardo afirma que, pelos cálculos oficiais, a despesa anual produzida pela aprovação de todos os reajustes já acertados é de R$ 7,408 bilhões.
Apesar da falta de discriminação, o valor previsto no Orçamento de 2008 para reajustes nos vencimentos das carreiras civis e militares era de R$ 3,7 bilhões, ou seja, metade do impacto causado pelos acordos acertados em 2007.
Entre as carreiras que assinaram termos de compromisso referentes a reajustes salariais com o Governo Federal em 2007 estão os policiais rodoviários federais, fiscais agropecuários, funcionários do Incra, técnicos e professores de universidades e de outras instituições federais de ensino, guardas de endemia (mata-mosquitos), além de servidores do Ministério da Cultura, do Banco Central, do Hospital das Forças Armadas, da Advocacia Geral da União e do Datasus (que processa os dados do Sistema Único de Saúde).
Ainda foram negociados reajustes para todos os servidores do ciclo de gestão de políticas públicas, embora nesse caso os percentuais não tenham sido fechados, para os auditores fiscais do Ministério da Fazenda e funcionários da Polícia Federal.
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