O discurso do reitor da UFCG, Thompson Mariz, foi o contraponto da abertura do 26º Congresso. Mariz afirmou desconhecer que haja um processo de privatização das universidades públicas, elogiou o PROUNI como instrumento democratizador do acesso à universidade e afirmou que os recursos orçamentários durante o governo Lula aumentaram. O "magnífico" afirmou ter vindo ao congresso mais para provocar, e disse que esperava ser vaiado por suas opiniões, ao que os delegados responderam inicialmente em tom de brincadeira, com algumas vaias isoladas. Como ele pediu mais, à medida que defendia as políticas do governo para o setor, a platéia atendeu e as vaias ecoaram pelo auditório. Todas as suas posições foram rebatidas pelos discursos posteriores. Ao final, Paulo Rizzo o presenteou com um Caderno de Textos do congresso, "para que o reitor reveja suas opiniões e atualize as informações de que dispõe".
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