08/05/2009
DECLARAMOS GUERRA AOS Is...
Prof. Renato Roxo Coutinho Dutra
“E pra te danar
Nada mais dá certo
E pra piorar
Os falsos amigos chegam
E pra te arrasar
Quem te governa não presta” (Declare guerra – Barão Vermelho)
— Parece que sempre foi assim:
“Vê que aqueles que devem à pobreza
Amor divino, e ao povo caridade,
Amam somente mandos e riqueza,
Simulando justiça e integridade;
Da feia tirania e da aspereza
Fazem direito e vã severidade;
Leis em favor do rei se estabelecem,
As em favor do povo só perecem.” (Os Lusíadas – Luís Vaz de Camões)
— Mudanças das regras para o pagamento dos precatórios dos governos estaduais e municipais, um calote imoral aprovado pelo Senado; as verbas indenizatórias e as inaceitáveis prestações de contas dos senhores parlamentares; castelos e mansões não declarados e incompatíveis com os vencimentos de seus proprietários; as Diretorias e Conselhos do Senado; o aumento do número de vereadores; passagens aéreas ...
— Enquanto isso, o povo brasileiro segue a tradição dos cantos védicos:
“Sê, para o teu inimigo, o que é a terra que devolve farta colheita ao lavrador que lhe rasga o seio. Sê, para aquele que te aflige, o que é o sândalo da floresta que perfuma o machado do lenhador que o corta.” (Federação Espírita do Paraná)
— CHEGA!:
“Declare guerra aos que fingem te amar
A vida anda ruim na aldeia
Chega de passar a mão na cabeça
De quem te sacaneia” (Declare guerra – Barão Vermelho)
— O julgamento dos que se aproveitam da boa índole do povo brasileiro, e a punição, caso seja necessária, devem ser estabelecidos pelos mecanismos legais que caracterizam o estado democrático de direito, através dos poderes constituídos. Declaramos guerra à improbidade administrativa, à imoralidade e à impunidade de “suas excelências”, aos impatrióticos e, principalmente, à impudência dos ignóbeis parlamentares, que colocam em risco o projeto de Nação e o futuro da mesma.